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CEO, Influenciador ou Celebridade: Quem Deve Ser o Rosto da Sua Marca?

  • Foto do escritor: Phillipe Marques
    Phillipe Marques
  • há 5 dias
  • 3 min de leitura

A comunicação evolui diariamente. Novos algoritmos surgem, tendências ganham força, plataformas aparecem e o comportamento do consumidor muda constantemente. No entanto, existe uma estratégia que atravessa gerações e continua sendo utilizada por empresas de todos os portes: associar uma pessoa à imagem da marca.


Durante décadas, as celebridades foram as principais escolhas para essa função. Grandes empresas investiam em artistas, atletas e personalidades conhecidas para transmitir credibilidade e ampliar o alcance de seus produtos.


Nos últimos anos, porém, vimos uma transformação significativa. As celebridades passaram a dividir espaço com os influenciadores digitais, que conquistaram relevância graças à proximidade e à conexão construída com suas audiências. Mais recentemente, uma nova tendência ganhou força: os próprios fundadores e executivos passaram a ocupar o centro da comunicação de suas empresas.


No Brasil, alguns exemplos são bastante evidentes. João Adibe, da Cimed, Luciano Hang, da Havan, e Virgínia Fonseca, cofundadora da Wepink, transformaram suas imagens pessoais em ativos estratégicos para suas marcas. Em diferentes segmentos, eles entenderam que o consumidor moderno compra muito mais do que um produto ou serviço. Ele compra confiança, identificação, propósito e história.


Nesse cenário, o papel do fundador vai muito além de ser um simples garoto-propaganda. Trata-se de construir relacionamento, gerar proximidade e fortalecer o storytelling da marca. O público deseja conhecer os bastidores, entender os valores da empresa, perceber como ela trata seus colaboradores e verificar se aquilo que promete realmente faz parte da sua cultura.


Quando o próprio líder aparece utilizando, defendendo e acreditando no produto que comercializa, a comunicação ganha autenticidade. E autenticidade é um dos ativos mais valiosos da atualidade.


Isso não significa que as celebridades tenham perdido relevância. Pelo contrário. Elas continuam desempenhando um papel importante em campanhas de grande alcance e fortalecimento de marca. Um exemplo recente foi a campanha da Brahma relacionada à Seleção Brasileira, que reuniu nomes de forte apelo popular, como Ronaldo Fenômeno e Carlo Ancelotti, explorando a conexão emocional dos brasileiros com o futebol.


Os influenciadores digitais também mantêm sua importância, especialmente nas redes sociais. Em muitos casos, são eles que conseguem aproximar o consumidor da experiência de compra, apresentando produtos, serviços e eventos de forma mais espontânea e acessível.


Em Goiás, por exemplo, é comum observar influenciadores participando de ações promocionais, eventos e campanhas de lançamento. Durante a Pecuária de Goiânia, diversos criadores de conteúdo foram utilizados para ampliar o alcance das marcas presentes, um exemplo foi a Barbara Birita que é o rosto oficial do Camarote Brahma pelo Brasil. Da mesma forma, perfis especializados em gastronomia, turismo e entretenimento têm contribuído para conectar empresas e consumidores de maneira cada vez mais eficiente.


Diante desse cenário, surge a pergunta: existe uma fórmula ideal?


A resposta é não.


Nem toda empresa precisa transformar seu CEO em uma figura pública. Da mesma forma, contratar uma celebridade ou investir em influenciadores não garante resultados automáticos. A escolha depende do momento da empresa, dos objetivos da comunicação, do posicionamento da marca e, principalmente, do perfil do público que se deseja alcançar.


As marcas mais bem-sucedidas são aquelas que entendem seu mercado e utilizam as ferramentas certas para cada estratégia. Em alguns casos, o fundador será o melhor porta-voz. Em outros, um influenciador especializado poderá gerar mais conexão. E há situações em que uma celebridade será a escolha ideal para ampliar a visibilidade.


O diferencial está na análise estratégica e na capacidade de adaptar a comunicação às mudanças do comportamento do consumidor.


Na Marques Marketing, acompanhamos essas transformações diariamente para ajudar empresas a encontrarem a melhor forma de se posicionar no mercado. Se você deseja descobrir qual estratégia faz mais sentido para a sua marca, vamos conversar. Talvez um café seja o primeiro passo para construir a próxima grande história do seu negócio.


 
 
 

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